quarta-feira, 2 de julho de 2008

Feira dos Fabricantes acontece em Criciúma

Textos/Fotos; Joana Koscianski Santos


A Feira dos Fabricantes que acontece do dia 27 de junho a seis de julho no Centro de Eventos Maximiliano Gaidzinski mostra os diversos produtos que são vendidos no atacado e varejo na cidade. Os mais de 70 participantes trazem em seus stands desde bijus até casacos de pele e oferecem aos consumidores preços menores e grande diversidade de produtos.

Seu Irinei Kobner da cidade de Brusque trabalha há mais de dez anos no ramo das confecções, participa com seus produtos desde o primeiro dia da feira e diz que o movimento maior foi no final de semana. Ele atribui o baixo movimento nos dias de semana a pouca divulgação do evento, pois segundo ele em uma cidade com uma população tão grande como a de Criciúma o movimento poderia ser bem maior.











CDL pediu fiscalização mais rigorosa

Como os expositores são de outras cidades, acabam por tomar a vez do comércio local, essa é a visão da Câmara de Dirigentes Lojistas de Criciúma que logo solicitou aos órgãos competentes a tomada de medidas para fiscalização. Pediu que fossem vistos os casos de emissão de notas fiscais, cumprimento de direitos trabalhistas, alegando ser prejudicial para a economia do município a não verificação desses requisitos.

O Presidente da CDL de Criciúma, Renato Carvalho, afirma que as medidas objetivam proteger o comércio da cidade e critica o fato da própria prefeitura ter locado o pavilhão e ter emitido apenas um alvará válido para todos os expositores.




quinta-feira, 26 de junho de 2008

Sexta Mais procura beneficiar quem não tem tempo para ir às compras

Por Vanessa Colombo Nórdio

Desde o dia 13 deste mês, o comércio de Rio Maina está atendendo, nas sextas-feiras, até às 20 horas. É a Sexta Mais. Apoiada pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) a ação envolve, inicialmente, cerca de 50 lojas.

O vice-presidente da diretoria do Núcleo da CDL, Fabrício Albert Daniel, disse, em entrevista à Rádio Criciúma, no dia quatro, que uma pesquisa realizada com consumidores comprovou a preferência por comprar na sexta à noite.

O horário pretende, de acordo com os idealizadores do projeto, beneficiar as pessoas que trabalham até ás 18 horas e não têm tempo para fazer compras.

Trabalho e progresso

Por Joana Koscianski dos Santos

Criciúma é um município que está em constante desenvolvimento. Nos últimos anos o setor da construção civil e a indústria têxtil elevaram a economia da cidade.

Olhar a cidade hoje com todas as construções e com as placas de vagas para trabalhadores do vestuário é sem dúvida constatar que a cidade não parou no tempo e que oferece oportunidades de trabalho e renda para mais criciumenses e cidadãos das cidades vizinhas.

As construtoras é que comemoram o grande momento, pois algumas delas como a Criciúma Construções e Fontana estão com empreendimentos em várias cidades da região. Em Criciúma os edifícios que servem como áreas residenciais e também comerciais dão à cidade uma paisagem alegre, além disso, destacam o município como pólo da construção civil.

Peças produzidas com retalhos de couro: moda e aproveitamento de material

Por Vanessa Colombo Nórdio

As peças produzidas com retalhos de couro aparecerão ainda neste inverno e irão prevalecer principalmente nas bolsas. É o que afirma o representante de couro de Criciúma, Santo Francisco Nórdio.

Há 35 anos trabalhando na área, Nórdio diz que algumas peças produzidas com retalhos já estão no mercado e são um exemplo do total aproveitamento do couro em nossa região. “Além de tornar o produto mais barato, é algo diferente”, ressalta.

Para artigos decorativos, o couro também está sendo bastante usado e neste inverno, de acordo com o representante, até mesmo os almofadões e pufs serão confeccionados com retalhos para terem preço mais acessível. “O preço do produto em couro feito com retalhos cai até 40% em relação a outro com couro inteiro”, afirma.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Vestuaristas conseguem 7,9 % de reajuste

Por Joana koscianski dos Santos
Foto: Ana paula Vieira











Os trabalhadores das indústrias do vestuário de Criciúma paralisaram os serviços por alguns dias no mês de junho e conseguiram um reajuste de 7,9 % no salário. A informação foi confirmada pelo presidente do sindicato dos Trabalhadores no Vestuário, o vereador Izio Inácio Hulk, em entrevista concedida a rádio difusora na manhã do dia 13 de junho de 2008.

Hulk ainda esclareceu que o abono de R$ 50,00 reivindicado pela categoria não foi aprovado e destacou a importância da união dos trabalhadores no que diz respeito a direito da classe.
No mês passado, no dissídio, o sindicato patronal e o de empregados firmaram convenção coletiva fixando correção salarial de 5,9% (INPC) e aumento real de 2%.

O setor de confecções que é de grande importância para economia do município, além de gerar empregos e divulgar o trabalho dos criciumenses ainda serve de complemento de renda para muitas famílias que administram pequenas facções. http://www.sindtextil.com.br/

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Shopping dos Camelôs comemora 16 anos

Por Vanessa Colombo Nórdio


Com aproximadamente 63 salas, entre alugadas e associadas, o Shopping dos Camelôs de Criciúma comemora, no dia 13 de julho, 16 anos.

Presidente do Shopping há um ano e meio, José Bento Caetano diz que até o ano de 1992 o Shopping estava localizado em frente ao Colégio Lapagesse, no centro de Criciúma. “É por isso que aquela calçada é maior”, ressalta.

O Shopping, composto por salas doadas pela prefeitura do município, é responsável pelo emprego direto de, aproximadamente, 48 famílias. “Isso sem contar os empregos indiretos que gera”, afirma o presidente.

José ainda ressalta que sem a preocupação com pagamento de aluguel, os responsáveis pelas lojas podem investir mais em coisas novas para proporcionar o entretenimento dos visitantes. “O parque para crianças é um exemplo”, diz.

Afasc movimenta economia do município com produtos artesanais

Por Vanessa Colombo Nórdio

A Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma, Afasc, comercializa produtos feitos pelos clubes de mães do município. Com lojas na Praça Nereu Ramos e na antiga prefeitura, o dinheiro da venda dos produtos é das mães que o produzirem. “Cada mãe vem aqui, traz os produtos que fizeram, e o dinheiro das vendas é inteiramente delas”, afirma a secretária Sirlene Dal Pont de Costa.

De acordo com a secretária, atualmente a Afasc é constituída por 1270 clubes de mães do município, o que representa em torno de 2800 mães.

Para Sirlene, o trabalho da Afasc é mais uma forma de movimentar o comércio e, conseqüentemente, a economia do município porque as mães, geralmente, compram mais materiais com o dinheiro que provém das vendas. “Hoje paguei a uma mãe R$ 80 e, daqui, ela iria comprar lã para fazer seus trabalhos. É uma forma de fazer o comércio girar”, ressalta a secretária.