quinta-feira, 19 de junho de 2008

Shopping dos Camelôs comemora 16 anos

Por Vanessa Colombo Nórdio


Com aproximadamente 63 salas, entre alugadas e associadas, o Shopping dos Camelôs de Criciúma comemora, no dia 13 de julho, 16 anos.

Presidente do Shopping há um ano e meio, José Bento Caetano diz que até o ano de 1992 o Shopping estava localizado em frente ao Colégio Lapagesse, no centro de Criciúma. “É por isso que aquela calçada é maior”, ressalta.

O Shopping, composto por salas doadas pela prefeitura do município, é responsável pelo emprego direto de, aproximadamente, 48 famílias. “Isso sem contar os empregos indiretos que gera”, afirma o presidente.

José ainda ressalta que sem a preocupação com pagamento de aluguel, os responsáveis pelas lojas podem investir mais em coisas novas para proporcionar o entretenimento dos visitantes. “O parque para crianças é um exemplo”, diz.

Afasc movimenta economia do município com produtos artesanais

Por Vanessa Colombo Nórdio

A Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma, Afasc, comercializa produtos feitos pelos clubes de mães do município. Com lojas na Praça Nereu Ramos e na antiga prefeitura, o dinheiro da venda dos produtos é das mães que o produzirem. “Cada mãe vem aqui, traz os produtos que fizeram, e o dinheiro das vendas é inteiramente delas”, afirma a secretária Sirlene Dal Pont de Costa.

De acordo com a secretária, atualmente a Afasc é constituída por 1270 clubes de mães do município, o que representa em torno de 2800 mães.

Para Sirlene, o trabalho da Afasc é mais uma forma de movimentar o comércio e, conseqüentemente, a economia do município porque as mães, geralmente, compram mais materiais com o dinheiro que provém das vendas. “Hoje paguei a uma mãe R$ 80 e, daqui, ela iria comprar lã para fazer seus trabalhos. É uma forma de fazer o comércio girar”, ressalta a secretária.

sábado, 14 de junho de 2008

Falta de mão-de-obra prejudica construção civil e economia criciumense

Por Vanessa Colombo Nórdio

“A construção civil é uma área que está crescendo muito em Criciúma, o único e maior problema é que falta mão-de-obra”, revela a secretária do curso de Engenharia Civil da Unesc, Gisele Tavares.

Para ela, esse crescimento da construção civil e, conseqüentemente, do município, está muito ligado às universidades porque, em primeiro lugar,
há cursos na área de saúde e, em segundo, porque as pessoas que vêm de fora, seja para estudar, trabalhar, ou porque escolheram Criciúma para viver, precisam de um lugar para morar. “O poder aquisitivo do município, visto de uma forma panorâmica, é médio e, atualmente, existem muitos projetos que facilitam a aquisição de imóveis. Isso, de alguma maneira, afeta a economia municipal”, afirma Gisele.

A falta de mão-de-obra, porém, é um problema sério porque, segundo a secretária, as construções levam mais tempo para serem acabadas. “Dificilmente o prazo de entrega de construções é cumprido”, afirma.

Contudo já existem projetos, no curso de Engenharia Civil, que objetivam ensinar presidiários a fazerem o trabalho de mão-de-obra, que falta nas construções. “Os próprios estudantes do curso são os responsáveis pelo ensinamento”, ressalta Gisele.